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Showing posts from July, 2012

Senti que posso sentir.

Logo, logo. Sentir-te perto, eu quero. Onde estás meu amor? Onde vais tu sem meu amor? Estavas tão distante, como a um oceano de longitude, noutro Planeta, noutra Galáxia, noutra Constelação, e quanto mais distante, mais o meu amor chorava, a lágrima descia na face como suavizando a alma, teu amor purifica meu corpo e a reconhecer que estou vivo. Só te queria dar uma flor, e partilhar esta lágrima contigo...

CAPÍTULO 11 - As deusas sujas.

O cio: A recuperação de uma sexualidade sagrada Há um ser que vive no subterrâneo selvagem das naturezas das mulheres. Essa criatura faz parte da nossa natureza sensorial e, como qualquer animal completo, possui seus próprios ciclos naturais e nutritivos. Esse ser é curioso, gregário, transbordante de energia em certas horas, submisso em outras. Ele é sensível a estímulos que envolvam os sentidos: a música, o movimento, o alimento, a bebida, a paz, o silêncio, a beleza, a escuridão. É esse aspecto da mulher que tem cio. Não um cio voltado exclusivamente para a relação sexual, mas uma espécie de fogo interior cuja chama cresce e depois abaixa, em ciclos. A partir da energia liberada nesse nível, a mulher age como lhe convém. O cio da mulher não é um estado de excitação sexual, mas um estado de intensa consciência sensorial que inclui sua sexualidade, sem se limitar a ela. Seguem-se três histórias que encarnam o obsceno nos termos em que estamos usando a palavra, ou seja, uma espéc...